DetailCast #04 – Sou Entusiasta mas Sou Profissional

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Nesse DetailCast falei um pouco sobre meu ponto de vista sobre a diferença de profissionais e entusiastas no Detalhamento Automotivo. Vou dar dicas de como cada um deve entender a sua função.

É Profissional? Você sabe que pode estar perdendo espaço?

É Entusiasta? Sabia que você pode fazer muito mais que já faz?

Ficou curioso? Então da o Play!!

Gostou? Não Gostou? Tem dúvidas, Criticas ou Sugestões? Já sabe né? Comenta!

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  • Cristian Ramos

    Muito bom, eu mesmo comecei como entusiasta, lavava meus carros e me encontrava com amigos dia de sábado só pra preparar os carros pra brilhar a noite na Over Point kkkkkkkk, depois em 2008 abri o meu lava jato e preparei os ajudantes de obra para lavar os carros do meu jeito, eu sempre prezei pela qualidade, mas infelizmente naquela época era muito difícil e não sobrevivi, pois ou se tinha quantidade, ou se tinha qualidade, as duas coisas naquela época não andavam juntas, pois ninguém queria pagar, foi aí que comecei a comprar carros ajeitar e ganhar bastante dinheiro só levantando a pintura e a dois anos trabalho como detailer e sou apaixonado pelo que faço.

  • Danilo De Barros Rodrigues

    Dyego, valew pela lembrança no #04!!!

    Um assunto que será inevitável é sobre COATING, então segue algumas duvidas que tenho…

    – Aumenta a camada de proteção em micra? Quanto? Os vernizes tem dureza equivalente entre 2 e 5H… Ao aplicar um coating (seguindo as recomendações dos fabricantes) a resistência de fato passará a ser de 7… 9H? Exemplo: se num verniz 2H aplicar um coating 9H é seguro afirmar para o cliente que vai quadruplicar a resistência no carro dele??? Se for real é um ótimo argumento de vendas
    – Base nano sílica, cerâmica, carbono… Qual a característica de cada um?
    – Propriedades de dureza ou flexibilidade? Exemplo: CC36 da Sonax foca na “força da flexibilidade” onde o coating “amortece” algumas pancadas
    – Qual o processo químico/mecânico da ancoragem do produto? Ele se funde ao verniz? Catalisa? Até que “profundidade” (nanométrica) é bom ou ruim essa fusão?
    – Qual a real proteção contra agentes químicos (seivas, fezes, marcas de chuva) e físicos (batidas de pedra, arranhões) até 7… 9… 10H?
    – Qual processo para reaplicação em uma peça (após colisão por exemplo)? A retirada se faz com polimento ou lixamento? Se for um coating regenerativo, de camada “mole”, como o produto se comporta num polimento? Vai “empastar”? Exemplo: O Feynlab me da impressão de ser um produto que cria uma camada intermediária algo como um gel, que ao aquecer aglutina para preencher um risco…

    Abaixo uma resposta que tive do Erik, técnico da Koch Chemie sobre o Feynlab:

    “… Não tem a ver com “Gel”, os revestimentos da Feynlab são de estrutura Cerâmica e a tecnologia SelfHealing – Auto regenerativa é uma Tecnologia “Magnética” em nano escala na cadeia da estrutura Cerâmica , ela trabalha como se fossem Ímãs, qdo rompida ou quebrada através de micro riscos ou Swirls gerados no dia-a-dia ou por lavagens irregulares, com o “Calor” a partir de 60°C as moléculas dessa estrutura rompida sofrem uma atração mutua e começam a se ligar novamente, regenerando os rompimentos, isso é uma característica Sólida com propriedades Fluídicas – Super Fluido .
    Então ele não amolece, muito menos é um gel …
    Estamos falando de um mundo Microscópico muito complexo.
    E o bacana de tudo q essa Regeneração pode ocorrer com o carro exposto ao sol em dias muito quentes onde a chapa do carro atinge temperaturas extremas até 90°C.”